Eu acredito que nada acontece por acaso. Acredito que viemos ao mundo para aprender com situações e pessoas, para ensinar, para deixar a nossa marca e levar as marcas do mundo conosco, a fim de evoluirmos. Acredito também que se a gente passa por uma situação semelhante em vários momentos da nossa vida é porque existe algo que temos que aprender com isso e que não conseguimos aprender ainda, ou algo em nós que precisa ser mudado, para que as ocorrências mudem também.
Acredito que é preciso parar de colocar a culpa nos outros e começar a olhar mais para si mesmo, para as suas ações e escolhas. Não que os outros não tenham sua parcela de culpa, mas a mudança nos outros depende deles, não de você, e você não tem controle sobre isso. Então, se quer que algo mude, não espere apenas que o outro faça mudanças: tome as rédeas da sua vida, pense no que você está fazendo que pode ser mudado para trazer resultados diferentes e coloque em prática. A gente sempre tem uma parcela de culpa sobre o que nos acontece, nem que seja permitir que o outro faça conosco o que está fazendo.
Não se acomode com o que não te faz bem, mas saiba ter paciência e força para enfrentar os obstáculos que a vida te apresenta. Nada é perfeito, mas de cada momento podemos tirar um ensinamento ou algo especial, que beira a perfeição.
Tenha a certeza de que você não veio a este mundo por acaso, e não se permita apenas passar pela vida. Viva-a, com toda a plenitude, com intensidade e sabedoria. Aprenda a amar, a respeitar as diferenças, a ser livre e a deixar livre. Como diz um ditado popular do qual nunca esqueci, "viva como se fosse morrer amanhã, aprenda como se fosse viver eternamente e dance, como se ninguém estivesse te observando." E nunca deixe que ofusquem o seu sorriso.
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Mudanças, mudanças...
A mudança é uma constante na vida. Nada é permanente, exceto
a mudança, como já dizia Heráclito. E as pessoas mudam, sim, porque, se não
mudassem, acabariam sendo atropeladas pela corrente. Cada experiência, cada
aprendizado, cada relação vivida (seja profissional, amorosa, de amizade,
familiar etc.) nos toca de alguma forma e muda algo dentro de nós. Se para a
melhor ou para a pior, depende do ponto de vista, e de como cada um encara a
vida. Algumas mudanças acontecem de fora para dentro, outras, de dentro para
fora. Alguns mudam bem lentamente, enquanto outros aprendem e se adaptam mais
rapidamente com as experiências vivenciadas. Algumas mudanças são pequenas e
quase imperceptíveis, outras, avassaladoras.
E nessa história de mudanças, nossas amizades também mudam.
Alguns amigos mudam com a gente e permanecem em nossas vidas. Outros terminam
traçando caminhos muitos diferentes e se distanciam. Algumas amizades se
mostram verdadeiras, apesar de todas as mudanças que vão acontecendo,
permanecendo firmes e fortes, na presença ou na distância. Outras, nem tão
verdadeiras assim, com o tempo terminam se desfazendo. E no caminho temos
momentos bons e ruins, surpresas e decepções, mas tudo carrega em si um
aprendizado, que nos muda.
Algumas pessoas, outrora queridas, ficam na memória, fazendo
parte do livro de nossas vidas, e são lembradas com nostalgia. Alguns passam
rápido por nós, outros passam mais tempo e se vão, e outros ainda continuam
conosco. E as relações também vão mudando. Assim segue a roda da vida.
Feliz daquele que procura tirar dos momentos difíceis, das
decepções e outras experiências algum aprendizado, que consegue deixar para
trás o que ficou para trás, saber perdoar, que consegue valorizar o que tem e
não desistir de si mesmo. Feliz daquele que consegue encarar os próprios erros,
para consertá-los ou não cometê-los mais, no lugar de fugir deles ou ficar se
lamentando. Feliz daquele que aprende não apenas com as próprias experiências,
mas com as dos outros também. Isso é sabedoria.
E um “VIVA” às mudanças. Porque se tudo permanecesse igual e
todos fossem sempre os mesmos, cá para nós, seria muito chato.
By Patrícia Souto
"Ninguém banha-se duas vezes pelo mesmo rio." - Heráclito
terça-feira, 3 de abril de 2012
Qual o tempo do amor?
Qual o tempo do amor?
É medido em horas, dias, anos?
Ou em momentos, instantes congelados de lembranças
Sonhos no quarto ou compartilhados?
Qual o tempo do amor?
O abrir e fechar de olhos, à primeira vista
O espaço de uma visita
Dias vivenciados, ou sonhados
Amor platônico, ou conquistado
Amor sentido, amor criado
Amor descoberto, compartilhado
O amor...
Qual o tempo do amor?
Amor eterno...
Amor plantado...
Amor colhido...
Amor matado...
Amor que dura, ou que segura
Amor bandido, amor safado
Amor sofrido, incorrespondido
Amor querido, interrompido
Amor amado.
Qual o tempo do amor?
Amor que se faz sentir
Ou que se disfarça...
Amor ferido, ou dado de graça...
Amor por amor
Sem relógio ou razão
Qual o tempo do amor?
By Patrícia Souto
É medido em horas, dias, anos?
Ou em momentos, instantes congelados de lembranças
Sonhos no quarto ou compartilhados?
Qual o tempo do amor?
O abrir e fechar de olhos, à primeira vista
O espaço de uma visita
Dias vivenciados, ou sonhados
Amor platônico, ou conquistado
Amor sentido, amor criado
Amor descoberto, compartilhadoO amor...
Qual o tempo do amor?
Amor eterno...
Amor plantado...
Amor colhido...
Amor matado...
Amor que dura, ou que segura
Amor bandido, amor safado
Amor sofrido, incorrespondido
Amor querido, interrompido
Amor amado.
Qual o tempo do amor?
Amor que se faz sentir
Ou que se disfarça...
Amor ferido, ou dado de graça...
Amor por amor
Sem relógio ou razão
Qual o tempo do amor?
By Patrícia Souto
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A boa sorte é você quem faz
Muito escuta-se por aí pessoas dizendo: “fulano tem sorte”, porque este obteve sucesso em algo que essas pessoas não obtiveram. Mas é muito fácil observar apenas o final da jornada desse ‘fulano’ e dizer que ele apenas ‘teve sorte’, sem reparar em todo o trajeto, em todas as ações e decisões tomadas por ele, toda a paciência e perseverança diante das dificuldades até chegar a esse momento de ‘sorte aparente’.
O destino pode surgir com as oportunidades, que por hora são chamadas de ‘sorte’, mas são nossas atitudes que nos permitem aproveitar esses momentos ou não. Por preguiça ou comodidade, muitos desistem no meio do caminho, nas primeiras dificuldades. Dificuldades nós sempre temos e a inércia de repouso nunca levou ninguém a lugar nenhum. Como diz um velho provérbio, “mesmo estando na estrada certa, serás atropelado se ficares apenas sentado nela”.
Mas e se as oportunidades não aparecem? Já parou para pensar que talvez elas não estejam aparecendo porque você está nas circunstâncias de sempre, sem realizar nenhum tipo de mudança? Para conseguir coisas novas, é preciso fazer algo novo, preparar o terreno para as novas oportunidades aparecerem. É uma questão de Física: uma mesma causa, gera uma mesma conseqüência. Então, não tenha medo de mudar.
Além disso, não adie suas ações: comece logo e dedique-se com paixão a qualquer coisa que fizer. Tudo só merece ser colocado em prática se for para ser bem feito. Repare nos detalhes e no conjunto e tenha paciência e perseverança. Abra os olhos e não espere apenas que as oportunidades se apresentem claramente na sua frente. Muitas vezes elas já estão lá e você não percebe. Aprenda a criar oportunidades.
Confie no seu potencial, levante após as quedas e siga adiante. Se não estiver dando certo de uma maneira, mude. Não tenha medo das mudanças, pois elas são a constante da vida. Poderia desejar a você uma ‘boa sorte’ na sua jornada, mas, no lugar disso, prefiro desejar que tenhas forças para levantar após as quedas, sabedoria para escolher os melhores caminhos, paixão em tudo o que fizeres, paciência e perseverança para conquistar seus objetivos.
Patrícia S.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Reticências...
Gosto de reticências nas histórias de suspense ou nos romances que leio. Mas, na história da minha vida, prefiro a vírgula: apenas uma pausa seguida de continuidade.
As reticências dão ideia de algo inacabado, mas sem nenhuma certeza de que irá continuar. Deixa mal resolvido, pois não se sabe se pode haver a esperança da pausa mais prolongada de uma vírgula, ou a tristeza de um ponto final.
E é tão difícil colocar um ponto final quando você gostaria que fosse apenas uma vírgula, diante dessa incerteza das reticências...
Patrícia S.
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